A cor dos honorários

09/11/2009

O jovem advogado – apesar dos poucos anos de profissão e a inexperiência com demandas envolvendo a aplicação do Estatuto da Terra – identificou, na proposta de um parente, uma ótima oportunidade para auferir honorários em valores significativos.

O tio – rico fazendeiro – oferecia ao sobrinho advogado verdadeira sociedade no processo, se ele aceitasse patrocinar a demanda, na qual buscaria o pagamento de dívidas relativas a terras e lavouras de arroz na cidade natal de ambos, no interior do RS.

- A metade do que cobrares será para ti! prometeu o tio.

Consciente das limitações típicas ao início de carreira, o jovem advogado procurou o auxílio de um outro profissional da Advocacia, grande amigo de seu pai. Explicados os detalhes, alinhavado o acerto – os dois travaram um comercial diálogo:

- Meu dileto e novel colega, vou sim te ajudar, será um prazer. A causa não é das difíceis, mas exige afeição com a matéria. Aceito a parceria. Honorários de 25% para cada um de nós.

- Negócio fechado. O senhor faz os prazos e os requerimentos e eu faço as audiências e todo o contato com o cliente e a sustentação oral, se for preciso concordou o rapaz, todo empolgado.

- Está bem. Então vou aguardar o pagamento de parte dos honorários. Estimamos o valor da causa e tu pedes para o teu tio nos adiantar 30%. Ao final, fazemos as compensações e atualizações necessárias – retorquiu o colega idoso, famoso e cancheiro.

- Mas o tio não tem esse dinheiro, o patrimônio dele está quase todo imobilizado. E é certo que ao receber ele vai nos pagar o que combinou.

- Eu sei, conheço a família do teu tio há anos, sei que são cumpridores. Mas não vou transigir; terás que conseguir uma quantia para iniciarmos os trabalhos.

- Doutor, cada um de nós entra com o que já tem e com o que já sabe, não faremos grandes esforços e a recompensa será excelente. E, de qualquer forma, sempre vivemos sem essa quantia, nunca contamos com ela. – Olha, meu jovem, isso tu falas por ti. Respeito tua dedicação e teu espírito de apostador. Mas estou velho, já são quase 40 anos de Advocacia. Não dá para advogar sem cobrar. Sabes como a Justiça gaúcha é demorada, depois ainda tem o STJ pela frente.

O “guri” despediu-se quase calado, pensando no que fazer. A certeza de que a parceria não aconteceria sem a observância da condição imposta dificultava a pretensão de ganhar os almejados honorários. Antes de sair, porém, ainda escutou, como estímulo:

- E se o cliente for amigo ou parente, nem se fala. Vai lá e traz o dinheiro do tio. Advogado velho só escreve se tiver uma colorida fonte de inspiração. E a cor inspiradora, para mim, só pode ser azul… – concluiu reticente o experimentado homem.

- Azul? – pôs-se em dúvidas o jovem.

- Azul, sim! Azul da cor dos meus olhos e azul também da cor das cédulas de 100 reais – arrematou o profissional cancheiro.

A inesquecível nuance coloriu o dia num azul-todo-esperança que, dias depois, se transformou em “cinza nublado”.

O tio não concordou com os 30% de antecipação.

Fonte: http://www.jusbrasil.com.br/noticias/1992537/a-cor-dos-honorarios


Recursos Sociais da Internet para Negócios na área da saúde

17/10/2009

Nome do Curso:
Recursos Sociais da Internet para Negócios na área da saúde (curso por EAD)

Local:
AprenderSaúde – Comunidade de Aprendizagem On-line

Público alvo:
Profissionais e estudantes de nível médio ou superior da área de saúde que são empreendedores, possuem negócio próprio, prestam serviços ou que tenham interesse em ter o seu próprio negócio.

Objetivos de aprendizagem:
Informar e capacitar para a utilização e aplicação dos recursos sociais da internet, a fim de que se possam utilizar os recursos disponíveis para melhorar, aprimorar e divulgar o seu serviço ou negócio.

Programa:
Twitter, Orkut x Facebook, blog, página de internet, blog x página de internet e Feed

Metodologia:
O curso é totalmente on-line, com muita interação, leituras, debates e atividades. Não existem provas, mas tarefas e atividades que o orientador realizará com os participantes. O horário é bastante flexível, cada participante escolhe com total liberdade em que horários poderá acessar o curso, diariamente ou pelo menos três vezes na semana. O que é realmente importante é a participação ativa e interação entre os participantes e com o orientador durante todo processo de aprendizagem. Os participantes realizarão diversas atividades que incluem resolução de problemas, leitura, discussão e produção de textos e troca de informações através do Fórum de Aprendizagem.
Estará disponível artigos e links selecionados com temas relevantes da área de internet, marketing, administração e branding.

Duração do curso:
As inscrições podem ser realizadas em qualquer momento e o aluno deverá concluir o curso em 30 dias.

Clique aqui para se inscrever


Discutindo redes sociais

17/10/2009

Sites de Redes Sociais como espaço de atuação

Outro elemento que parece de difícil compreensão para o jornalismo hoje é usar os sites de redes sociais como um espaço também do veículo. Estar presente onde está seu público é uma característica dos veículos jornalísticos. Assim, utilizar esses sites para comunicar, interagir, obter informações, complementar informações e mesmo anunciar novas notícias é relevante. Não falo aqui de criar um perfil no Orkut para o jornal, por exemplo. Mas criar uma comunidade, ter um ombudsman focado naquilo que o público discute, oferecer um espaço de debate das notícias, utilizar o Twitter como ferramenta para atualizar seu público-alvo com notícias relevantes e rápidas é fundamental. Penso em quantos jornais poderia utilizar o Twitter, por exemplo, para informações do tempo, do trânsito e últimas notícias no Brasil e quão poucos realmente investem nisso.

Logotipos dos sites de rede social Facebook, Orkut e Twitter (Reprodução)Aplicando essas questões para os sites de redes sociais hoje, poderíamos discutir várias estratégias. O Orkut é um site mais social, focado mais na interação e o mais abrangente do Brasil. Isso significa que ali as pessoas conversam mais do que procuram informações. Apesar disso, nas comunidades é possível encontrar discussão e até mesmo solicitações de informação. Além disso, as redes sociais no Orkut costumam ser bastante focadas nos territórios offline, ou seja, as pessoas se organizam em torno de cidades, estados, vizinhanças e etc. e o sistema é, muitas vezes, a porta de entrada da Internet para muitos brasileiros. Portanto, talvez o uso de comunidades para acompanhar discussões e debates sobre as notícias locais e globais seja um uso interessante e relevante. Fixar a marca com notícias de interesse local e mobilizar comunidades também. O Orkut portanto, pode funcionar como fonte e como feedback, embora eu aposte mais na última opção.

O Twitter, por outro lado, é um site de nicho no Brasil. Tem, portanto, poucos usuários, mas um impacto bastante expressivo em boa parte das informações que circulam na Internet. Tem sido utilizado por um público mais ativo na Internet, e é mais focado em informações. Poderia ser utilizado como forma de informar rapidamente o público–alvo de pequenas notícias. A relevância das informações, que poderia ser estabelecida através de canais e do envio para ferramentas móveis (uso do celular para receber informações do trânsito, da temperatura e etc., por exemplo) ajuda a aumentar o seu valor para o jornalismo. Aqui, a ideia é realmente noticiar, apostar no “furo” e na relevância e não simplesmente comentar informações antigas, apostar no contato com as fontes e no monitoramento de informações relevantes. O Twitter pode emprestar agilidade para os veículos na publicação das notícias.

Fotologs e sites de imagens poderiam ser apropriados como formas de aumentar a importância do fotojornalismo. As imagens ainda são fundamentais para a maior parte das notícias.

Utilizar um canal específico para divulgar as imagens com qualidade, contar a história da matéria por fotografias e mesmo  oferecer a possibilidade de que cidadãos possam contribuir também com imagens dos fatos exige um canal específico. Muitos jornais possuem canais de imagens, onde as fotografias ficam em qualidade reduzida, onde muitas vezes não podemos encontrar a matéria que acompanha a imagem ou mesmo a organização das mesmas de uma forma que faça sentido para o leitor. Não digo aqui que o jornal necessite criar um perfil em uma ferramenta, mas que simplesmente, crie um canal do tipo para o veículo, talvez dentro de seu próprio site, que proporcione elementos semelhantes àqueles dessas ferramentas.

É claro que essa discussão só faz sentido para aqueles jornais que já estão mas ou menos focados na Internet, que já ultrapassaram a barreira de criar e manter um website com notícias relevantes, focadas, e com a produção específica de informações para a Web. Aqui, discuti algumas formas de utilizar essas redes sociais para o jornalismo, mas não falei em todas as formas. A ideia é que essa discussão passe a ser realizada nas redações, com a aposta cada vez maior na relevância das notícias.

Escrito por: Raquel Recuero é doutora em Comunicação, professora e pesquisadora da Universidade Católica de Pelotas e do CNPq e consultora em mídias sociais. Mantém o blog Social Media.

Fonte: http://www.jornalistasdaweb.com.br/index.php?pag=displayConteudo&idConteudoTipo=2&idConteudo=3801


13 de outubro, dia do Fisioterapeuta

13/10/2009

Parabéns a todos os fisioterapeutas do Brasil, pelos seus 40 anos de existência!!!


Como Montar Associações

07/10/2009

Durante o Ciclo de Debates, os Conselheiros do CREFITO5/RS verificaram que muitos profissionais têm vontade de criar uma associação de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, mas não sabem como. Por isso, montamos um passo-a-passo para que a categoria possa criar mais Associações e, assim, ser mais unida.

A associação é a forma mais básica para um grupo de cidadãos se organizar juridicamente para a realização de objetivos comuns.

De modo geral, as associações não têm na atividade econômica o seu objetivo principal, mas a defesa dos interesses de um determinado grupo de pessoas, que encontrou na união de esforços uma melhor solução para problemas específicos.

Uma associação tem as seguintes características:

- reunião de duas ou mais pessoas;

- seu patrimônio é constituído pela contribuição dos associados, por doações, subvenções, entre outros;

- suas finalidades podem ser alteradas pelos associados;

- os seus associados deliberam livremente;

- são entidades de direito privado e nãopúblico.

Quais são as vantagens de criar uma associação?

A vantagem de criar uma associação é poder agir legalmente em nome dela, movimentando recursos e firmando convênios.

Os convênios podem ser firmados com os órgãos públicos e outras instituições de financiamento.

Enquanto a cooperativa é adequada para desenvolver uma atividade comercial, a associação é mais adequada para levar adiante uma atividade social ou de representação e/ou defesa de interesses dos associados.

Cabe destacar que todo o dinheiro obtido pela associação deve ser usado para cumprir a missão dela e não pode ser dividido entre os associados.

Uma associação tem três órgãos de decisão:

- a Assembléia Geral: esta gerida por uma Mesa, composta por um Presidente, um Vice-residente e um Secretário. A Assembleia Geral é o órgão superior de decisão da associação, nela tomando parte todos os membros no pleno gozo dos seus direitos;

- o Conselho Administrativo e/ou a Diretoria: a Diretoria é o órgão de administração e representação da associação, composta exclusivamente de associados eleitos pela Assembleia Geral. Tem a incumbência (entre outras) de programar os planos de trabalhos e as atividades da associação, de coordenar as Assembléias Gerais, representar a associação e controlar seus resultados;

- o Conselho Fiscal (facultativo): a administração da sociedade será fiscalizada, assídua e minuciosamente, por um Conselho Fiscal, constituído de associados eleitos anualmente pela Assembleia Geral.

Quais são os passos para constituir uma associação?

1° passo: reunião

As pessoas interessadas em constituir uma associação devem decidir qual vai ser a missão dela (os objetivos). Depois disso, vão decidir quais atividades desenvolver para alcançar esse(s) objetivo(s).

Além disso, podem escolher uma comissão para tratar das providências necessárias à criação da associação, com a indicação do coordenador dos trabalhos.

2° passo: elaboração da proposta de Estatuto Social (e Regimento Interno)

O Estatuto Social é o documento que vai permitir formalizar a criação da associação.

Nele constam os objetivos da associação, as regras para escolha de seus dirigentes, o tempo estipulado para o mandato, as funções dos diferentes órgãos administrativos, as punições aos desvios de conduta, as formas de julgamento, entre outras diretrizes essenciais ao bom funcionamento da associação.

Pode se criar uma pequena Comissão integrada por alguns membros da associação que se encarrega de construir essa proposta de Estatuto Social.

O Regimento Interno pode ser escrito neste mesmo processo, o qual disciplina o funcionamento da associação: detalha pontos previstos no Estatuto e organiza procedimentos do funcionamento. Pode ser alterado sem alterar ao Estatuto Social.

3° passo: Assembleia Geral de constituição da associação

Esta é a etapa na qual a Assembleia Geral vai:

- ler e aprovar a proposta de Estatuto Social e de Regimento Interno;

- eleger a Diretoria, o Conselho de Administração e o Conselho Fiscal (facultativo);

É importante destacar que a ata constitutiva e o Estatuto da Associação devem ter o apoio e aval de um advogado.

4° passo: registro do estatuto

Os estatutos sociais de associações são registrados no Cartório de Registros Civis de Pessoas Jurídicas. Para efetuar o registro é necessária a assinatura de um advogado.

Depois disso é necessário registrar a associação junto à Receita Federal, para obter o CNPJ. Nesse segundo registro, há a necessidade de um contador.

Quais são as leis que regem as associações?

Lei federal n°10.406 de 10/01/2002 – artigo 53 (Novo Código Civil)

Fonte: Revista do CREFITO 5 / 2009


O momento de apresentar projetos de patrocínios

09/09/2009

Entre as questões profissionais, o ritmo de trabalho também está acelerado e uma das razões é que esta é a época de apresentação de projetos de patrocínios esportivos. Aliás, não só aqueles projetos associados ao esporte, mas vale também para os projetos culturais e de responsabilidade social.

As empresas normalmente recebem muita coisa neste período. A decisão demora um pouco para ser tomada e normalmente ela é anunciada entre o final do mês de novembro e o início de dezembro. Depois desse período, é muito difícil que um projeto seja aceito pelas empresas, que normalmente trabalham com orçamentos cada vez mais enxutos. Mesmo para aquelas que dispõem um pouco mais de verba, o raciocínio se mantém, ou seja, agora é o momento de vender projetos esportivos que envolvam atletas, clubes e eventos.

Não é tarefa fácil, afinal as empresas não costumam anunciar as suas estratégias definidas para o ano seguinte, sob o risco de alertar a concorrência. Para diminuir a chance de ouvir um Não nesse momento, é bom, primeiro, conhecer bem a empresa que está sendo prospectada com o projeto. Isso envolve não apenas o mercado de atuação dela, mas também o processo de decisão que envolve a liberação de recursos para projetos de patrocínio e até mesmo quem tem a palavra final.

Nada de errar, nesta hora, o nome da pessoa e muito menos a sua função, afinal somos vaidosos e se a pessoa é diretora de marketing, nada de atribuir a gerência de marketing a ela, pois certamente ela lutou muito para chegar mais adiante. Nomes (um pouco mais) complicados também precisam ser bem detalhados e escritos. O raciocínio é simples: se a pessoa sequer teve o trabalho de saber a grafia correta de um nome, será que as promessas feitas no projeto são realizáveis? Conheço pessoas que sequer se dão o trabalho de levar o projeto adiante (e com razão) exatamente por que os seus nomes estão escritos equivocadamente. O destino destes projetos? É fácil de imaginar…

Fonte: http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?uf=2&pg=1&coldir=1&section=Blogs&topo=3994.dwt&uf=2&local=18&template=3948.dwt&source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&blog=316&tipo=1&post=223943

Nos cursos de marketing, sempre explicam que os meses de setembro e outubro são de uma chuva de projetos nas empresas, mas cuidado com o que você quer pedir ou quais empresas que irá contatar.

Se você está pedindo apoio para uma empresa por exemplo de relógio, não pode pedir para outra empresa do mesmo ramo. Como 2 empresas concorrentes irão patrocinar o mesmo evento? E se constar alguma cláusula no contrato sobre esse assunto, a incomodação será grande.

Outro erro é não explanar sobre o evento, qual a sua finalidade e o motivo que está pedindo apoio para essa empresa. A empresa que está patrocinando o evento precisa se sentir valorizada, precisa também, saber como a sua marca irá aparecer e como ela é importante para o evento.

Escrito por:
Fabiano Bartmann
CREFITO 5 / 50266 – F


Quanto vale a sua marca?

03/09/2009

Esse texto publicado no blog Mundo do Marketing, expressa a importância de tornarmos a marca da nossa empresa ou serviço, fazendo com que ela seja lembrada como importante.

Independente do objetivo do seu email marketing, uma coisa é certa: a sua mensagem terá um impacto para a marca e também será impactada pela força que a marca possui. A força da sua marca é um importante fator na decisão do destinatário de ler ou não a mensagem recebida. Para cada email que chega à caixa de entrada, é dada alguma consideração.

O nome da empresa ou logotipo, quando visualizado pelo leitor, já diz muito sobre a finalidade e a consistência da mensagem. Então, não há dúvida, a marca influencia diretamente no envolvimento do público com suas campanhas de email marketing.

E a mensagem, com seu design e conteúdo, influencia amplamente no relacionamento e na fidelização do público, o que reflete diretamente na equidade da marca. Marca e mensagem, as duas coisas se relacionam e formam um ciclo vital para o sucesso das campanhas online.

Neste cenário, percebemos o quanto é importante ter relevância ao realizar as ações de email marketing. A pertinência e a adequação do conteúdo fazem com que a imagem da sua empresa ganhe credibilidade, principal atributo para a marca. A preocupação com fatores como esse traz maior destaque no que mais chama atenção do receptor ao clicar (ou não) em seu email: o remetente.

Quanto vale a participação de sua marca em meio a tantos emails marketing recebidos diariamente pelo leitor? Estamos falando de share of mind. O email marketing traz recursos que permitem mensurar, de forma real, esse valor.

Estar atento a receptividade da sua audiência em relação à imagem da empresa é indispensável para que este ciclo funcione. A taxa de rejeição das ações de email marketing, que é medida pelo número de pessoas que reagem negativamente quando abordadas por campanhas online, deve sempre ser monitorada. É preciso se preocupar com a reação negativa de um destinatário porque sabemos, ela impacta na sua marca.

Se o impacto das campanhas for bom, suas ações de email marketing serão responsáveis pelo aumento da confiança do seu público e, consequentemente, pela maior credibilidade da marca. Essa receptividade resulta no que chamo de acúmulo de valor da marca. Quanto mais você desenvolve ações segmentadas e de fidelização, mais tem a atenção de seu target.

O que quero dizer aqui é que se trabalharmos, mesmo que de forma inconsciente, sem foco na imagem que projetamos, os riscos de distância de nosso alvo se multiplicam. Além de afastá-lo, colaboramos para um marketing viral negativo. E o que é pior, podemos prejudicar não somente os negócios, mas a reputação da marca. A forma que esse público passa a enxergar os produtos e/ ou serviços é a referência que ele usará ao comentar sobre sua empresa por aí.

Quanto sua rentabilidade pode aumentar quando você trabalha na boa reputação de sua marca? Quantos clientes são incrementados à carteira, a partir de campanhas realmente segmentadas? Se não pensarmos nisso, além de afastarmos quem já contava com nossos produtos, evitamos aumentar o número de adeptos de nosso core business.

A internet chegou para trazer um relacionamento bem mais próximo entre as empresas e os consumidores. E, junto com ela, uma nova forma de consumir também surgiu. O número de vezes que você tenta empurrar a sua marca por meio de incansáveis campanhas de email marketing – que tem menor custo em relação às mídias tradicionais – é diretamente proporcional ao número de vezes que pode ‘repugnar’ seu público. Mesmo que você pratique essas ações de forma inconsciente.

Da mesma forma, a importância de trabalhar a marca com foco, segmentação e personalização, tem relação direta com a atração. Quanto mais você investe seu tempo no planejamento da comunicação levando em conta o que refletirá na marca – e não em envios e envios de campanhas sem direcionamento – mais você ganha. Aqui não estou falando de retorno financeiro, esse deve ser a consequência e não a causa.

A causa está na aplicação consciente das ações. E o número de envios para solidificar a marca? Com certeza, após ler esse texto, meu caro leitor, não será mais inconsciente.

Escrito por: Veruska Reina é CMO da Virid Interatividade Digital, empresa especializada em email marketing.


Entrevista sobre branding moderno

31/08/2009

Denise Lee Yohn já auxiliou marcas fortes a alcançaram performances ainda melhores – tanto no mundo digital, quanto no offline. Com seu “posicionamento de operacionalização”, como ela costuma chamar o ato de transformar qualquer marca de um simples símbolo em uma ferramenta central das organizações, Denise já atuou ao lado de companhias, como Sony, Frito-Lay, Burger King, New Balance e LandRover.

Como estudiosa, a especialista desenvolveu uma interessante teoria que compara a viabilidade das extensões das marcas com as sequências de filmes realizados em Hollywood. Mas esta teoria não é única em seu arsenal de boas ideias. Denise acredita que o engajamento das marcas na era digital é fundamental, mas ele deve estar de mãos dadas com a promessa central da marca, além de promover diferenciação relevante e despertar um sentimento profundo no cliente.

“A importância e a agitação de cada mercado vêm de ideias revolucionárias e verdadeiramente novas, que levam os clientes a pensar sobre marcas e categorias de maneiras completamente diferentes”, afirma Denise, uma das maiores autoridades do branding moderno. Leia a seguir a íntegra do bate-papo que tive com a colega.

Leia a entrevista completa em: http://www.mundodomarketing.com.br/artigosmateria.php?hi=3&id=52&materia=10931


Marcas que Marcam!

21/08/2009

O relacionamento com os consumidores torna-se o “algo além” da marca para a franquia conquistar e fidelizar clientes.

O que faz com que os nomes Omo, Coca-cola, McDonald´s, Nestlé e Nike sejam lembrados, onde quer que sejam citados, está muito além do simples retorno de maciços investimentos em publicidade. Não quero de forma alguma entrar no mérito de gostos pessoais e, ainda menos, de diferenças entre produtos e empresas, mas quero defender que é através da marca que as empresas – em seus valores e ideais – entram nas casas e no imaginário coletivo da população e que, a partir daí, pode-se definir o sucesso dos negócios.

A explicação para este fenômeno pode estar na própria origem da palavra: marca é a tradução do inglês brand, que vem de branding, utilizado antigamente pelos norte-americanos para designar o processo de marcação com ferro quente feito na identificação do gado. É exatamente isso que acontece: o ferro incandescente da marca se entranha, além da pele, mas na mente das pessoas como uma forma de realizar desejos de consumo. A marca se embrenha no emocional do ser humano moderno de forma complexa, subjetiva e, por essa razão, as empresas capazes de fazer com que sua marca se destaque entre as outras saem na frente na corrida pela tão sonhada fidelização. Nesse ponto, a evolução no relacionamento com o consumidor pode se transformar na haste de ferro que suporta o brasão da marca ou o balde de água que esfria a chama de sua fixação.

Ficar batendo na tecla da “mesmice”, contando que o antigo branding americano ainda é suficiente para manter cativa uma manada só deriva em perdas: de tempo e de dinheiro. Insistir em ignorar o consumidor é não saber que hoje até tatuagens são removíveis. O resultado dessa política pode fazer com que a sua marca fique conhecida como mais uma que “não é uma Brastemp”.

Leia o post completo em: http://www.fitnessxpgroup.com/Site/XP_Journal/Entries/2008/5/6_Marcas_que_Marcam!.html


Um mundo multicultural globalizado

21/08/2009

Em um dia comum somos expostos a 1.500 marcas diferentes, já em um dia de compras esse número ultrapassa 35.000! Esse é o perfil do cliente de hoje, conectado, antenado, estimulado, exagerado, mal acostumado e pouco fiel.

O primeiro ponto a ser considerado é que hoje toda Marca deve se preocupar não só com concorrentes diretos mas também com concorrentes indiretos. Michael Eisner ex-CEO da Disney quando perguntado certa vez sobre quais seriam os concorrentes da Disney respondeu: “Toda marca, seja ela do ramo de entretenimento ou não, que compete pela atenção do nosso cliente é um concorrente em potencial, portanto a Disney tem muitos concorrentes”. A Disney leva o compromisso com seus clientes a sério,e todos os seus funcionários trabalham diariamente para assegurar a consistência do DNA de seu fundador: “Family and Magic”.

Devido a tamanha diversidade de marcas competindo pela atenção do consumidor, é necessária uma mudança fundamental na construção dos estímulos para atrair a atenção do seu cliente. As estratégias de marketing de marcas emocionais como a Disney, Starbucks, Nike e Apple, deixam o foco no cliente de lado para adotar como premissa o foco do cliente. Isto é, a construção de uma linguagem emocional que fale com valores culturais que estão estampados no subconsciente dos seus clientes e que criem respostas emotivas em direção a Marca.
Nesse caminho o marketing “engenheiro”, o provar ser o melhor, perde força. Não realmente interessa ser o melhor ou ter a melhor estrutura ou preço, mas sim estar sintonizado com a forma dos seus clientes perceberem você. Aprender a valorizar o foco do cliente é fundamental já que os sentimentos dos clientes em relação a sua Marca, estrutura e equipe são no fim determinados pelo próprio cliente e não pela sua equipe de marketing, por melhor que ela seja.

Leia o post completo em: http://www.fitnessxpgroup.com/Site/XP_Journal/Entries/2008/5/27_Desconstruindo_o_cliente_de_Fitness_em_um_mundo_multicultural_globalizado..html


Planejamento de marca

18/08/2009

Num dos últimos e raros exemplos de uma MARCA que decola e alavanca toda uma categoria lastreada quase que exclusivamente na qualidade do produto, a DEL VALLE voltou a surpreender em 2001, registrando um crescimento de 100% em seu faturamento, e consolidando sua posição de liderança com 34% de share, no território dos sucos de frutas longa vida.

Dizia-se, no passado, da mesma forma que ainda se diz em relação ao sorvete e outros produtos, que “o brasileiro não gostava de suco de frutas”, ou seja, confundia-se e trocava-se o sintoma pela causa. De verdade, mesmo, o brasileiro consumia uma quantidade insignificante de suco de frutas – e esse era o sintoma -, mas a razão desse comportamento, a causa real e única, era que os produtos não tinham qualidade, e eram praticamente inacessíveis pelo pouco ou nenhum apreço que os players da categoria tinham pela categoria. Mal embalados, mal distribuídos, mal comunicados.

Assim, quando a JUGOS DEL VALLE aterrissou no Brasil há cinco anos, de forma tímida e sem muitas esperanças e apostando quase que exclusivamente nas qualidades intrínsecas de seus sucos de frutas, os demais players não titubearam em afirmar que “quebraria a cara”. E, por demais players, leia-se alguns dos gigantes do setor de bebidas e alimentação.

Cinco anos depois, e contando com a manifestação e testemunho espontâneo dos “novidadeiros”, aqueles que não resistem a um produto/marca/embalagem nova nos supermercados, os sucos da DEL VALLE tiveram suas virtudes rapidamente disseminadas por todo o país através da insuperável e imbatível mídia do “boca a boca”, convertendo-se num dos melhores “cases” de marketing dos últimos anos.

Fonte: http://www.madiamundomarketing.com.br/conteudo/servicos/Brandpower/Planejamento-de-marca.php?paging=1


Gestão de Marcas

18/08/2009

A MARCA é o maior patrimônio da empresa. Sintetiza o processo de percepção, reconhecimento, reputação e imagem que acontece naturalmente na cabeça e no coração das pessoas, e decorrente da convivência com a Marca; um julgamento permanente, silencioso, definitivo.

Os serviços prestados pela Unidade de Negócios BRANDPOWER, garantem o planejamento e a Gestão permanente da Marca, objetivando preservar seu magnetismo e abrangência, e rentabilizar todo o seu potencial.
Utilizando metodologias exclusivas BP&S®, BRANDTREE® e PERCOGNITIOM®, a BRANDPOWER mapeia o DNA da marca, fornece o Mapa de Extensão de Linhas de Produtos, assim como mede seu grau de Percepção, Reconhecimento, Reputação, Experimentação, Convivência, Formação de Imagem e Força da Marca.

Fonte: http://www.madiamundomarketing.com.br/conteudo/servicos/Brandpower/Gestao-de-Marcas.php?paging=1


Construção da marca

18/08/2009

NOSTALGIA MARKETING, OU, BRAND REVIVAL

A discussão está posta. É possível trazer do passado e relançar no presente marcas que foram abandonadas ou descontinuadas por diferentes razões?

Muitas pessoas imaginam tratar-se apenas de coincidência, mas, a discussão sobre o tema cresce de intensidade em decorrência de todas as pesquisas que vêm sendo realizadas nas grandes metrópoles do mundo, onde as pessoas, em diferentes línguas, tons, intensidades, e nuances, reclamam, emocionadas, sobre a brutal perda da qualidade de vida, e referenciam-se nos “bons tempos de antigamente”.

Já não são apenas as pessoas de mais idade como minha querida mãe Julieta, que aos 85 anos – e desde os 70 – não se cansa de repetir aos seus filhos e netos: “Não sei por que vocês valorizam tanto o presente se sempre estão apressados, reclamando de tudo, sem tempo para as coisas verdadeiramente boas da vida: conversar, ter amigos, conhecer seus vizinhos, sentar junto com a família para comer e se confraternizar… definitivamente, prefiro o mundo como era antes… por mais que vocês tenham evoluído materialmente, por mais recursos e facilidades que existam, vocês não têm tempo para nada; antes, as pessoas eram muito mais felizes…”. As gerações que vêm na seqüência, e em quantidade significativa, começam a jogar a toalha, a abrir mão do “progresso” e de parte do dinheiro que ganham, preferindo desfrutar mais e melhor da vida que lhes foi dada, mesmo porque até hoje ninguém voltou para garantir a existência de outras vidas.

Assim, e referenciando-se nos resultados dessas pesquisas, e nos “estranhos” hábitos das pessoas que preferem comprar “off-roads” – veículos concebidos e vocacionados lá atrás para o campo e estradas de difícil acesso e movimentação – para ficarem literalmente parados no trânsito de cidades como São Paulo, com o ar condicionado ligado, e ouvindo Chitãozinho e Xororó em seus Cds cantando “No rancho fundo…” ou, “espere minha mãe que estou voltando”, ou , “adeus paulistinha…”, ou “sua majestade o sabiá”, muitas empresas vasculham o baú do passado em busca de MARCAS DE SUCESSO, que foram abandonadas ou tiveram suas atuações sensivelmente reduzidas, na esperança que devidamente retrabalhadas, oferecerão semelhante sensação de compensação à péssima qualidade de vida dos dias de hoje. É o chamado Nostalgia Marketing, ou, Brand Revival.

Na opinião de algumas pessoas que mais entendem de MARCA, e algumas dessas pessoas hoje constituem o corpo de consultores do MADIAMUNDOMARKETING, mais especificamente da Unidade de Negócios Especializada, a BRANDPOWER, para que o REVIVAL seja possível, e se viabilize, faz-se necessário a presença de algumas condições, e o emprego de técnicas específicas:

1 – Não se ressuscita defuntos – isso significa dizer que MARCAS que desapareceram, por mais simpáticas que parecessem ser enquanto estavam no mercado, por desapreço e rejeição dos consumidores, devem ser definitivamente esquecidas;

2 – Índices de lembrança/saudades consistentes – só devem ser consideradas para a prática do Brand Revival, marcas que nas pesquisas qualitativas revelem um elevado índice de lembrança, de preferência, elevados índices de saudades;

3 – Dependendo das características das categorias de produtos que as candidatas ao Revival “abençoam”, faz-se necessário uma nova bateria de pesquisas para se identificar a sensação e simpatia dessas MARCAS perante as novas gerações que chegam ao mercado, e que não possuem nenhuma referência sobre as mesmas, mas serão decisivas – repetimos, dependendo da categoria de produtos que “abençoam”- para a viabilização econômica do Revival;

4 – Superadas todas essas etapas, essas MARCAS que terão uma segunda chance, que reviverão, precisam passar por um rigoroso processo de “retrofit”, de modernização: no desenho, na base conceitual, incluindo “intervenções plásticas” de extrema sensibilidade nos alicerces de sua mística e significados. Em alguns casos, inclusive, uma espécie de “correção genética” em seu DNA.

Ou seja, a decisão entre lançar uma MARCA nova do zero, ou ir buscar alguma “Bela Adormecida”, MARCA dormente no fundo do baú das empresas, depende de análise caso-a-caso, muito especialmente do conhecimento exaustivo do PHOCUS – público a quem se destina o produto/serviço. E se depois dessa análise, a “Bela Adormecida” resistir, e merecer um “beijo apaixonado” do príncipe-empresa que a despertará, as probabilidades de sucesso são muito grande, numa sociedade e num mundo atacado por uma crise de nostalgia crônica, intensa,  profunda, e a curto e médio prazo, irreversível.

MML – Francisco Madia, BOSTON(USA), especial para o MADIAMUNDOMARKETING.

Fonte: http://www.madiamundomarketing.com.br/conteudo/servicos/Brandpower/Construcao-de-marca.php?paging=1


Branding

18/08/2009

O festival de absurdos que todos os dias ocupa páginas e páginas da imprensa especializada falando sobre a relação marketing e branding é, sobre todos os aspectos, lamentável.  A confusão é total, e levam os leitores ao caos.

MARKETING e BRANDING são as duas faces de uma mesma moeda. Quando escrevo MARKETING me refiro ao entendimento que PETER DRUCKER trouxe para o mundo em seu livro de 1954, THE PRACTICE OF MANAGEMENT. A partir desse momento, DRUCKER elevou o MARKETING à condição de IDEOLOGIA DA EMPRESA MODERNA. É desse MARKETING que estou falando. Nas empresas continuam existindo as áreas de MARKETING, que trabalham com todo o ferramental de MARKETING, que apóiam e prestam serviços às áreas de produtos e serviços; mas, para as que decidiram seguir DRUCKER, muito mais do que as áreas e as ferramentas, MARKETING passou a ser a forma de pensar e agir da empresa moderna. A ideologia. Sua responsabilidade e comando é sempre do principal executivo da empresa. E sua ação, compartilhada por todos que trabalham na empresa e para a empresa.

Assim, e agindo de forma sensível, convergente, consistente, todas as forças da empresa dentro da ideologia do MARKETING – pessoas, produtos, serviços, filiais, recepções, embalagens, propaganda, promoções, eventos, preço, relacionamento, etc. – tem um único e mesmo objetivo no final da linha, do processo, e que se renova a cada novo dia: o de construir e preservar uma MARCA de QUALIDADE na cabeça e no coração dos PÚBLICOS RELEVANTES E DECISIVOS; o objetivo de fazer o BRANDING.

Ainda recentemente, JOHN JANTASCH que tem um dos melhores blogs sobre MARKETING no mundo, trouxe importante contribuição ao assunto ao responder uma pergunta de um de seus leitores. Dentro do entendimento que MARKETING e BRANDING são as duas faces de uma mesma moeda. Segundo ele, “MARKETING é a arte de convencer alguém que tenha um desejo, a conhecer, gostar e confiar em você”; e “BRANDING é a arte de se fazer conhecido, querido e confiável”.

MML – FRANCISCO MADIA, NYC, especial para o MADIAMUNDOMARKETING.

Fonte: http://www.madiamundomarketing.com.br/conteudo/servicos/Brandpower/Branding.php?paging=1


Entrevista sobre branding

18/08/2009

No mundo do marketing, dizem que a marca da empresa ou da pessoa é a coisa mais importante que existe para a sua sobrevivência e com ela fortalecida a venda acontece com facilidade. Está entrevista explica sobre a importância do Branding (Marca) e está postado no Gabriel Rossi – Blog especializado em Branding estratégico na era digital.

3° O processo de Personal Branding é diferente do corporativo?

Gabriel Rossi: O conceito de Branding pessoal foi introduzido por Tom Peters há mais de uma década e é uma pena que ele tem sido tão banalizado, usado erroneamente pelos tais auto denominados ‘Personal Branding gurus’.  ‘EU. Eu. Eu. Eu…’. Sua marca é muito mais do que a cor do seu Blackberry ou o preço do seu terno. Sua marca é quem você realmente é na mente e coração das pessoas. Não é sobre você, marca é sobre eles! Marca pessoal é o que vão falar quando você desliga seu computador…

De um lado, estamos considerando os sentimentos e expectativas das pessoas em relação a uma organização, seus produtos ou serviços. Do outro, falamos sobre o que as pessoas acham sobre você como ser humano. Você possui o hábito de analisar suas fraquezas, fortalezas e ambições? Você é um indivíduo autêntico e feliz? Você tem ultimamente decepcionado as pessoas?

5° Quem deveria participar no processo de Branding em uma organização?

Gabriel Rossi: Uma marca é fruto de um processo colaborativo. Em outras palavras, uma marca é feita por fortes laços de relacionamento com todo público de interesse. Não é fruto apenas do ‘departamento’ de Marketing, mas também dos investidores, mídia, público interno, em muitos casos o Governo e até mesmo a Igreja local.

Lei a entrevista na íntegra em: http://gabrielbranding.com.br/branding-digital/marcas-que-fazem-a-diferenca-no-mundo-digital


Avatar, a imagem do usuário na internet

09/08/2009

A internet já faz parte da nossa vida todos já sabem. Mas existe um termo que está sendo muito usado, que se chama Avatar.

Dentro da seção “Recursos da internet:” escreverei sobre o AVATAR.

“Avatar (francês avatar, descida, do sânscrito avatara, descida do céu para a terra de seres supraterrestres)
1. Rel. Na teogonia bramânica, cada uma das encarnações de um deus, especialmente de Vixnu, segunda pessoa da trindade bramânica.
2. Fig. Transformação que ocorre em algo ou alguém. = metamorfose, mutação.
3. Inform. Ícone gráfico escolhido por um utilizador para o representar em determinados jogos e comunidades virtuais.
Sinônimo Geral: avatara” (Fonte: http://www.priberam.pt/dlpo/definir_resultados.aspx?pal=avatar)

“Em informática, avatar é a representação gráfica de um utilizador em realidade virtual. De acordo com a tecnologia, pode variar desde um sofisticado modelo 3D até uma simples imagem. São normalmente pequenos, aproximadamente 100 px de altura por 100 px de largura, para que não ocupem demasiado espaço na interface, deixando espaço livre para a função principal do site, programa ou jogo que se está a usar. “Avatar” também pode ser conhecido como filho do demônio sendo assim conhecido em vários lugares no Japão. Avatar é o nome de um desenho animado, Avatar: The Last Airbender. “ (Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Avatar_%28realidade_virtual%29)

Oriundo dos desenhos japoneses Mangá, o Avatar se tornou famoso na internet para representar um personagem ou a “foto” do usuário. Outro ponto de fortalecimento foi o jogo Second Life (www.secondlife.com). As pessoas ou personagens vivem numa comunidade virtual e se relacionam com outras pessoas pelo seu Avatar e nome fictício.

Quando montamos um blog ou entramos em algumas comunidade social na internet, sempre tem a perguntar: insira o seu avatar.

Para montar um avatar, existem diversos programas gratuitos na internet ou em alguma página de internet ou em jogos, você monta o seu Avatar e grava ele no seu computador. No Orkut, o avatar pode ser montado no BuddyPoke.

Esses Avatares você pode usar no MSN, Orkut, Facebook e outros.

Na verdade, o Avatar é uma máscara ou um disfarce do usuário, para não ser identificado ou para representar a sua pessoa, diferente de uma foto.

Escrito por:
Fabiano Bartmann
CREFITO 5 / 50266-F


Entrevista com o pai do Marketing: Philip Kotler

05/08/2009

Imagine que todos os médicos fossem atuar nas extremidades de seu mercado. Eles se tornariam, ao mesmo tempo, profissionais de pronto-socorro e de postos de saúde que objetivam a prevenção. É mais ou menos isso que as empresas terão de fazer na nova era do caos.

Trata-se da aposta do “pai” do Marketing Philip Kotler, segundo o qual a partir de agora as empresas terão de instalar um sistema de alerta (prevenção) e resposta rápida (o atendimento de pronto-socorro) que lhes permita desenvolver rapidamente novos cenários quando a economia entrar em queda, o que deve acontecer com frequência, e atuar neles.

Em outras palavras, as empresas precisarão abandonar a sensação de segurança que haviam construído com políticas, estratégias e táticas resultantes de anos de tentativa e erro e aceitar que agora surgiu um ponto de inflexão estratégica gigantesco. Ou mantêm a estratégia e correm os riscos derivados dessa decisão – o novo ambiente pode castigar e, inclusive, levar à ruptura–, ou reconhecem a necessidade de uma nova.

O novo livro de Kotler, Chaotics (escrito em parceria com John A. Caslione e publicado pela Amacom) busca formatar essa nova estratégia, ou, como eles preferem chamá-la, esse sistema de gestão do caos. Em entrevista exclusiva a José Salibi Neto, Kotler repassa os fundamentos desse sistema e quais as especificidades para economias emergentes em geral e para o Brasil em particular. Vale notar que Kotler não entra no mérito sobre se isso é pior ou melhor – é diferente e, por enquanto, inevitável. E exige outra abordagem de enfrentamento pelas empresas.

Leia entrevista completa em: http://www.mundodomarketing.com.br/7,10622,philip-kotler-fala-sobre-os-novos-tempos-do-marketing.htm


Os 4 P’s do marketing

04/08/2009

Os 4 P’s do marketing, ou o composto do marketing, ou ainda o “mix” de marketing, é uma ferramenta de marketing proposta pelo Prof. Jerome McCarthy, no início dos anos 60, largamente difundida e utilizada. Os 4Ps não foram propostos pelo Philip Kotler, como muitos pensam.

Os 4 P’s vieram do inglês:

Produto (Product) – A escolha do produto, ou serviço, a ser oferecido deve ser o ponto de partida para uma jornada próspera. Digo isso porque a alma de qualquer empreendimento é o que ela tem para oferecer ao cliente. Deve-se prestar atenção no mercado e nunca ignorar suas variáveis. Por mais que um bom vendedor possa ser capaz de vender geladeiras para esquimós, a tendência é que ele encontre muito mais sucesso se decidir atuar no ramo de aquecedores.

Preço (Price) – Quanto você deve cobrar por seu produto? Isso depende. Se seu negócio for, por exemplo, o de locação de Vídeo e DVD, deve ser o mínimo possível. Se tiver uma banca de revistas, será o mesmo que em todas as outras. Contudo, se tiver uma joalheria, o preço agrega valor ao produto, indicando seu nível (Você preferiria ganhar um anel de dois mil ou de cinco mil reais?). A definição do preço deve ir ao encontro do seu produto e da realidade do seu consumidor em potencial.

Promoção (Promotion) – Este é um sinônimo de divulgação do produto. É indispensável para garantir que o consumidor veja o que você oferece como primeira alternativa quando pensar na categoria. Para entender o poder da promoção, basta perguntar: quando pensa em palha de aço, que marca vem à sua mente? E quando pensa em lâmina de barbear? Percebeu?

Ponto (Place (distribution) – Dos quatro elementos do composto de marketing, esse é o mais importante. O motivo? Pense comigo: o pão francês que você compra é tão melhor, mais barato ou bem promovido que o de todas as outras padarias da cidade? Certamente a resposta é não. A verdade é que preço todos podem abaixar, produto todos podem ter, e em promoção todos podem investir. Para manter clientes fiéis, você precisa de tudo isso, mas é o bom ponto de venda que servirá para fazer a diferença. O cliente que se sente bem em seu espaço, retorna sempre, e indica sua loja aos amigos.


Os 8 P’s do serviço

04/08/2009

Em Serviços utilizamos 8 Ps como uma estratégia para definição de ações:

1. produto – elementos de produto (todos os componentes do desempenho de serviço que criam valor para os clientes);

2. praça – lugar e tempo (quando, onde e como oferecer serviços aos clientes);

3. processo – (o método e a seqüência em que um sistema operacional funciona);

4. produtividade – (o grau de eficácia com que os insumos de serviço são transformados em valor adicionado a produtos e qualidade – o grau no qual as necessidades, os desejos e as satisfações do cliente se equilibram);

5. pessoas – (os clientes e empregados envolvidos na produção de serviços);

6. promoção e educação (todas as atividades de comunicações e incentivos projetados para aumentar a preferência do cliente);

7. percepção – evidência física (sinais tangíveis que dêem evidência de qualidade de serviço);

8. preço e outros custos de serviço (dinheiro, tempo e esforço gastos pelos clientes).

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/marketing_mix_servicos_i/25557/


Massificação dos mesmo serviços

30/07/2009

Estava navegando nos sites de branding e me deparei com esse vídeo que está abaixo. Ele está em inglês, mas o seu entendimento é bem fácil.

Nos dias de hoje estamos massificados com diversos serviços iguais, onde dizemos: tem muito profissional no mercado ou com tantas faculdades, terá espaço para tantos profissionais?

Esse vídeo mostra essa realidade, mas ao mesmo tempo, o nosso serviço tem dado atenção necessária para o nosso cliente?

Lembre-se: a sua marca é forte ou será forte, pela qualidade do serviço que você oferece.

Escrito por:
Dr. Fabiano Bartmann
CREFITO 5 / 50266-F


Branding – A gestão “de” e “da” marca

30/07/2009

“Branding é um trabalho de construção de uma marca junto ao mercado. Cria-se uma imagem que possa ser reconhecida por todo o mercado de forma que o produto que seja rotulado por aquela marca transmita confiança ao consumidor fazendo-o preferir o produto de “marca” do que outro produto idêntico sem marca. É como se criasse uma imagem para ser reconhecida por todo o mercado, de forma que o público a consiga identificar e apreciar. Ao criarmos e gerirmos uma marca, estamos a potenciar o valor do produto e da empresa dona da marca” (fonte: Wikipédia PT). 

Quando se fala, estuda e escreve sobre branding, estamos nos referindo sobre o conceito e/ou mensagem que uma marca ou produto nos passam.

Por exemplo, sem pensar:
- Sanduíche rápido, festa food? Mcdonalds
- Sabão em pó para lavar roupas? Omo
- Lâmina para fazer a barba? Gillete

 O mesmo acontecem com personalidades, conforme o seu tempo e época:
- Rei do rock? Elvis Presley
- Música grunge? Court Cobain
- Reggae? Bob Marley

 Esse conceito ou mensagem se refere ao que estamos oferecendo, qual o propósito de existir e porque você tem que usar o meu serviço e não do concorrente.

Mas muito cuidado como oferece o seu serviço, não tem coisa pior que imagem de outro colega. 

Nós, como fisioterapeutas, trabalhamos a nossa marca?

Bom, se não soube responder, vou fazer outra pergunta mais difícil: temos uma marca própria para trabalhar?

Escrito por:
Dr. Fabiano Bartmann
CREFITO 5 50266-F


Negociando honorários

28/07/2009

Fonte: http://www.espacovital.com.br/noticia_ler.php?id=15472
Escrito por:  Rafael Berthold, Advogado (OAB-RS nº 62.120)
 
Marido e mulher decidem contratar um advogado para mover uma determinada ação judicial. O problema seria a questão dos honorários. Eles eram pobres, mas não eram bobos. Fariam uma criteriosa pesquisa de preço com, no mínimo, três amostras, antes de contratar alguém.
 
Amostra 1: o filho da vizinha.

O menino, que frequentava a casa dos consulentes, desde que usava fraldas, recém havia se formado e atendia na mesa de jantar da casa dos pais. Indagado sobre os honorários, respondeu, gaguejando:

– Olha, a questão não é tão simples: demandará alguns anos e muitas idas ao foro. Isso sem contar as audiências e….
– Ok, quanto isso vai nos custar? – interrompe dona Sovínia, já angustiada.
 
Pelas têmporas do menino toma curso a primeira gota de suor. Ele não quer trabalhar de graça, mas não quer perder os clientes. Também não quer desapontar os amigos da família que acreditaram tanto em sua competência. Premido, nem bem pode ponderar e chuta o primeiro valor que vem à sua cabeça:

– Duzentos reais! Fica muito ruim?

A mulher levanta-se indignada:

- Duzentos reais?! Depois de todos os bolinhos e cachorrinhos quentes que servi pra você lá em casa, quando sua mãe lhe deixava lá? Vamos embora! É só se formar em Advocacia e a pessoa já fica besta, mesmo!

Amostra 2: o super advogado bem sucedido.

– Bom dia!

O casal cruza olhos arregalados. Dona Sovínia, simulando uma inexistente tranqüilidade, volta-se à recepcionista:

– Bom dia! Temos hora marcada com Dr. Writ Heróico.
– Pois não. São quatrocentos reais adiantados, só pela consulta.
– Veja só. Esqueci meu talão de cheques no carro. Vamos lá buscar e já voltamos.

Amostra 3: o experiente e famoso profissional da Advocacia.

– … Então, o caso é esse, doutor! O que o senhor acha?– exclama o Sr. Mísero.
– Moleza! Já cuidei de muitos casos assim. Inclusive, enquanto vocês falavam, eu já peguei uma petição de um caso igual, coloquei o nome de vocês, já imprimi e já assinei. Aqui está ela. Podem sair daqui e já distribuir no foro. A propósito, são vinte mil reais.
– Vinte mil reais?! Mas você nem teve trabalho algum!
– Sem a minha assinatura é de graça!… – e o causídico rasga, na petição, a parte que contém sua assinatura. 

Com essa atitude o profissional esperava que o casal se impressionasse o contratasse. Não foi o que aconteceu. A mulher rapidamente pegou a petição, agradeceu e saiu.

De volta à amostra nº 1.

– Então, foi isso que aconteceu e aqui está a petição daquele experiente advogado.
Cansado de avareza e traumatizado pelo último encontro, o jovem resolveu ceder.
– Que bom que vocês decidiram me contratar. Bem, então, são duzentos reais.
– Duzentos reais? Mas você só vai ter o trabalho de assinar!
– Cem reais, então.

A mulher, um pouco menos agitada, conforma-se:

– Ok. Mas em quantas vezes?

Moral da história:
Existem profissionais para todos. Se você já sabe quanto custa a hora da sua clínica/consultório aberta e já estipulou o valor do teu trabalho, algumas vezes barganhar os seus honorários despreza o seu trabalho e a profissão.

Escrito por:
Dr. Fabiano Bartmann
CREFITO 5 / 50266 – F


O Vendedor de Cachorro Quente

28/07/2009

Era uma vez um homem que vivia na beira de uma estrada vendendo cachorro-quente. Ele não tinha rádio, TV e nem lia Jornal. Se preocupava em vender e produzir bons cachorros quentes.
Ele também sabia divulgar como ninguém seu produto: colocava cartazes pela estrada, oferecia em voz alta e o povo comprava.
Usava o melhor pão e a melhor salsicha. O negócio, como não podia ser diferente, prosperava. Tanto que ele conseguiu mandar seu filho estudar na melhor faculdade do país.
Um dia, seu filho já formado voltou pra casa. E falou ao pai:
- Pai, você não ouve rádio, não vê TV, não lê os Jornais? A situação é crítica o país vai quebrar.
Depois de ouvir isso, o homem pensou: “ Meu filho estudou fora, lê jornais e vê TV. Deve estar com a razão.”
E, com medo, procurou um fornecedor mais barato para o pão e as salsichas. Para economizar parou de fazer seus cartazes de propaganda. Abatido pela notícia, já não oferecia seu produto em alta voz.
As vendas, é claro, até o negócio quebrar.
Então o pai muito triste, falou para o filho:
- Você estava certo, filho, estamos no pior momento de todos os tempos.

Moral da história:
Reclamamos que a crise mundial está nos enforcando, ninguém tem dinheiro, que os palnos de saúde nos pagam tão mal, os pacientes vem com encaminhamento de 10 sessões, o serviço de fisioterapia é coordenado por outra classe e assim por diante.
Será que chegou o momento de mudar o fornecedor do pão e das salsichas?

Escrito por:
Dr. Fabiano Bartmann
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Recursos da internet: Twitter (parte 1)

28/07/2009

Estamos sendo minados de todos os lados na nossa vida com recursos da internet. Mal conseguimos dominar um, já chega outro para substituir ou acrescentar.

Dentro da seção “Recursos da internet:” escreverei sobre o TWITTER.

O Twitter surgiu em 2006, criado por Jack Dorsey, na época com 29 anos. Quase tudo na internet é inventado por jovens que não tem formação ou por universitários que montam programas para se divertir ou de utilidade dos colegas, o caso dele não foi diferente.

Consiste numa página de internet, onde tu pode escrever textos curtos de até 140 caracteres, praticamente um SMS (ou torpedo) via internet e tu coloca o seu recado para a pessoa.

Parece bobagem, mas não é, vou dar alguns exemplos:

Você fez um curso novo ou finalizou uma pós-graduação e quer divulgar as técnicas que aprendeu. Fazer folders ou cartões novos podem ser caro e é trabalhoso. No Twitter você descreverá tudo em frases curtas os procedimentos que está realizando, sem limite de espaço físico e o mais importante: é de graça.

Outra utilidade são mensagens que as pessoas podem escrever para você. É um aspecto super positivo e é uma arma de marketing muito importante e interessante. Uma paciente fez um procedimento com você, sentiu um resultado extraordinário e relata no seu Twitter. Qual seria a repercussão das pessoas que lessem esse relato?

A navegação do Twitter acontece de 2 maneiras:

AS PESSOAS QUE NÃO TEM TWITTER (os visitantes): Dessa forma as pessoas apenas visualizarão as tuas atualizações, isto é, apenas o que tu escreveu. O que as outras pessoas escreveram para você ou de você, não será visualizado.

AS PESSOAS QUE TEM O TWITTER: Nessa maneira a pessoa irá conectar a conta no Twitter e clicará no teu nome, acessará a tua página e poderá visualizar tudo que tu escreveu e o que escreveram para você.

É uma ferramenta de divulgação e marketing pessoal. É de graça e requer um pouco de paciência para aprender a usar, mas depois que você domina, fica fácil.

Quer saber mais um pouquinho antes de montar o seu? Experimente fazer uma pesquisa no Google digitando: “fisioterapia twitter” ou “fisioterapeuta twitter”.

Eu sei que aparecerá um monte de coisa, mas tente entrar nas páginas que tem o endereço: http://twitter.com/xxxxxxxxxx

Escrito por:
Dr. Fabiano Bartmann
CREFITO 5 / 50266-F
twitter.com/explorar


Recursos da internet: As ferramentes do Twitter (parte 2)

28/07/2009

Espero que tenham entendido o que é o tal do Twitter.

Dentro da seção “Recursos da internet:” escreverei sobre o como ele servirá de ferramenta para a prática profissional.

Como escrevi antes, você pode escrever textos curtos de até 140 caracteres, praticamente um SMS (ou torpedo) via internet e você coloca o seu recado para a pessoa.

Também foi exemplificado sobre a divulgação da tuas atualizações, dos serviços oferecidos e outros.

Existe uma ferramenta no Twitter que se chama: follower (seguidor) e following (seguindo). A tradução segue o objetivo.

- O follower ou seguidor, você seguirá alguém ou alguma empresa que tem interesse, que conhece e/ou deseja receber as atualizações dessa pessoa. Isto é, no momento que começa seguir alguém, você quer saber o que essa pessoa está fazendo ou oferecendo. Esse é o principio de seguir alguém.

Eu tive uma experiência ruim seguindo alguém. Era uma repórter, ela atualizava o Twitter dela toda hora e quando eu acessava o meu Twitter, tinha umas 03 páginas só de atualização dela. Fui obrigado a parar de seguir.

- E o following ou seguindo, são pessoas ou empresas que estão seguindo você. Isto é, são pessoas que te conhecem ou empresas que querem te seguir, querem saber o que tu está fazendo.

 Uma coisa legal no Twitter, você pode seguir alguém, mas ela não é obrigada a te seguir e vice-versa. Você também pode bloquear alguém, no caso de SPAM ou propagando pornográfica.

Provando mais uma vez a popularidade do Twitter, estava lendo num blog sobre uma pesquisa nos EUA e para o meu espanto, as pessoas mais velhas acessam mais do que os mais jovens.

A justificativa dos mais jovens eram: os meus amigos não atualizam com frequência, então não tem nada para eu ver lá. E a justificativa dos mais velhos: eu entro no Twitter das lojas e vejo as promoções. 

Boa twittada a todos!!! 

Abraços,
Dr. Fabiano Bartmann
CREFITO 5 / 50266-F


Recursos da internet: Blog (parte 1)

28/07/2009

Quando abrimos o jornal ou revista, lemos blog para cá, blog para lá e assim por diante.

Na seção “Recursos da internet:”, escreverei sobre blog e a sua utilidade.

O blog é uma página de internet, com formato de jornal em texto corrido e com número de textos na página principal definida pelo autor do mesmo.

Vou explicar melhor. Cada folha de jornal é dividida por textos curtos e divididos em colunas, podendo conter figuras, fotos e propagandas. O blog é a mesma coisa, porém, não está dividido em colunas, e sim, em textos um em cima do outro e em ordem cronológica. O texto mais novo sempre ficará em cima.

Pode-se colocar figuras, vídeos (de preferência do Youtube), fotos e outros.

Ele tem uma valia mercadológica muito grande e importante. Nele podemos escrever com nossas palavras o que desejamos expressar e melhor, dar continuidade nesse assunto.

Vamos usar como exemplo os Honorários da Fisioterapia que está em pauta agora.

Hoje escrevesse no blog que foi aprovado os honorários. Em outra data, será escrito que pode ser acessado na página do COFFITO. Daqui uns dias, haverá outras inserções dizendo que os planos X, Y e Z aderiram ao RNHF, que a prefeitura na cidade K aderiu também e assim por diante.

Podemos ver que cada inserção nova ficará em cima da antiga e também podemos acompanhar o que aconteceu desde a aprovação da pauta. Assim, quem quiser saber quando foi aprovado e tudo que acotneceu, é so acessar o blog e se interar mais sobre o assunto. 

Na nossa prática profissional do dia-á-dia é a mesma coisa. Você vai explicar e descrever os procedimentos que faz, qual a proposta do teu trabalho e como trabalha. O blog permite que você escreva como estivesse conversando com o paciente e o mesmo, estará lendo como se você tivesse explicando para ele.

Se você gostou da ideia do blog, vai alguns avisos importantes:

Escrito por:
Dr. Fabiano Bartmann
CREFITO 5 / 50266-F


Recursos da internet: Blog da Blogspot x WordPress (parte 2)

28/07/2009

No texto anterior foi explicado sobre o blog e a sua utilidade, os recursos que podemos usar e a sua funcionalidade. Ai surge uma pergunta: qual blog escolher?

Na seção “Recursos da internet:”, escreverei sobre as diferenças dos blogs da WordPress e do Blogspot.

Blog da WordPress – wordpress.com

PONTOS POSITIVOS: É um blog que oferece diversos tipos de recursos, tem uma ótima exposição dos tópicos que você quer divulgar, o menu das categorias são divididos pelo assuntos e tem um ambiente gráfico mais moderno e dinâmico.

PONTOS NEGATIVOS: Não é fácil de manusear para quem está começando, os recursos requerem atenção e conferência para saber se estão funcionando corretamente ou se foram implantados, requer um tempo maior de atenção para configurá-lo e aprender manusear.

Indicado para pessoas que estão mais familiarizados com edição de páginas de internet.

Blog do Blogger ou Blogspot – https://www.blogger.com/start

PONTOS POSITIVOS: É um blog de fácil manuseio e configuração, não requer conhecimento em edição de página da internet, não requer muito tempo para configurar e manusear e todos os processos de montagem do blog, tem ajuda no próprio site.

PONTOS NEGATIVOS: Tem recursos muito limitados, o ambiente gráfico é muito tradicional, o menu de categorias não pode ser nomeado e é dividido por datas, podendo as pessoas acharem os assuntos muito antigos.

Indicado para pessoas que não estão familiarizados com edição de páginas de internet e não tem muito tempo e nem paciência para atualizar.

Para quem está começando no assunto de blogs e não deseja se incomodar, faça no Blogger, isso não diminuirá o seu status profissional, muitas empresas grandes e pessoas famosas usam esse.

Agora se você tem um conhecido em blogs, pede ajuda para aprender a usar o WordPress, os recursos valem esse esforço.

Escrito por:
Dr. Fabiano Bartmann
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Recursos da internet: Feed (RSS)

26/07/2009

No dias de hoje, com tantos jornais e blogs na internet, surgem 02 perguntas:
Como eu conseguirei acompanhar as noticias de tantos meios de comunicação?
Tem tanta noticia que não me interessa, tem como filtrar elas ou resumir para eu poder escolher?

Na sessão “Recursos da Internet:” explicarei o que significa a palavra “Feed” e a sigla “RSS”.

O FEED é um termo do inglês que significa “alimentar” e a sigle RSS é a tecnologia que faz com que o FEED funcione. Parece complicado, mas na verdade não é. 

Quando acessamos a página de internet de um jornal ou blog, aparece em algum lugar o símbolo  ou Assine o RSS ou Assine o FEED ou no lado direito do espaço onde digitamos o endereço da internet .

São links que abrirão outra página e aparecerá uma opção de inscrição no READER.

O Reader é um programa ou uma página (o mais famoso e mais fácil de usar é o Google Reader) que você usa para se inscrever no FEED e acessa o resumo das matérias do jornal ou blog.

Vou exemplificar para ficar mais fácil o entendimento. Você costuma acessar uns 05 blogs e uns 03 jornais com frequência, às vezes todos os dias ou esporadicamente. No caso do jornal, se você não acessar todos os dias, perderá a matéria daquele dia e do blog não tem tanto problema, mas também começará a cansar de acessar o mesmo se as atualizações são muito esporádicas.

Nesses casos, você assinando o FEED deles, irá ler o resumo das matérias dos jornais e se blog teve atualização.

Se houve interesse de ler a matéria do jornal ou do blog, é só clicar no título e será aberto outra página com o texto que você escolheu. Existe outra opção também, que podemos marcar essa matéria, para poder ler posteriormente ou deixar gravado.

Se você tem um blog e aprendeu a usar o FEED, ensine o seu paciente a usar, assim ele ou ela sempre saberão as novidades sobre o seu trabalho.

Caso você tenha uma página de internet, não poderá colocar o FEED, ele é específico para blogs. E mesmo assim se você desejar colocar, contrate um programador de site para inserir na sua página, a linguagem é complicada e segundo um programador é caro para fazê-lo.

Escrito por:
Dr. Fabiano Bartmann
CREFITO 5 / 50266-F


Paralisação Nacional pela Dignidade da Fisioterapia

06/07/2009


Referencial Nacional de Honorários Fisioterapêuticos

27/06/2009
O Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO), em seu papel como Tribunal Superior da Ética Profissional, zelando pelo exercício adequado da Fisioterapia e da Terapia Ocupacional, constituiu, a partir de uma revisão, a 2ª Edição do Referencial Nacional de Honorários Fisioterapêuticos (RNHF), adequando-o e atualizando-o à situação atual da Fisioterapia brasileira.
 
As alterações introduzidas nesta edição foram discutidas pela Comissão Nacional de Honorários de Fisioterapia e Terapia Ocupacional – COFFITO, mediante Consulta Pública realizada pelo COFFITO, no período de Abril e Maio de 2009, segundo os seguintes critérios: 1º) Científicos – baseados em evidências científicas de ordem mandatória; 2º) Exemplos da prática fisioterapêutica nacional, que caracterizam a necessidade social dos procedimentos fisioterapêuticos; 3º) Custo operacional, baseados em estudos regionais atualizados.
 
O Referencial de Honorários Fisioterapêuticos, que deve ser implantado como parâmetro mínimo econômico e deontológico, segundo deliberado pelo COFFITO, terá como base a linguagem da Classificação Internacional de Funcionalidade, a fim de compatibilizar as nomenclaturas dos procedimentos com as diretrizes da Organização Mundial de Saúde. 

Estamos certos de que a atualização e o aperfeiçoamento constante deste trabalho possibilitarão, cada vez mais, a disponibilização de uma assistência fisioterapêutica de qualidade à população brasileira.

Maio, 2009

Comissão Nacional de Honorários de Fisioterapia e Terapia Ocupacional – COFFITO

Veja a tabela de honorários completa: http://www.coffito.org.br/conteudo/con_view.asp?secao=32